Por Frei Edson Matias, OFMCap.Francisco nos deixou um Testamento. Nele não fez outra coisa a não ser relembrar sua experiência inicial com o senhor e como foi aos poucos deixando o mundo. Interessante notar que o santo volta a todo o tempo àqueles momentos iniciais de sua caminhada, ao mesmo tempo em que olha ‘para trás’ (não como a mulher de Ló, Gn 19,26) não perde a visão rumo ao futuro. Diz ele no início do Testamento:
O senhor deu a mim, Frei Francisco, começar a fazer penitência assim: como tivesse em pecado, parecia-me demasiadamente amargo ver leprosos. E o próprio Senhor conduziu entre eles e fiz misericórdia com eles. E afastando-me deles, aquilo que me parecia amargo, converteu-se em doçura da alma e do corpo; e, em seguida, detive-me mais um pouco e saí do mundo. (T, p. 83).










Com satisfação lembramos a santidade de São João Batista que, pela sua vida e missão, foi consagrado por Jesus como o último e maior dos profetas: "Em verdade eu vos digo, dentre os que nasceram de mulher, não surgiu ninguém maior que João, o Batista...De fato , todos os profetas, bem como a lei, profetizaram até João. Se quiserdes compreender-me, ele é o Elias que deve voltar." (Mt 11,11-14) 


